quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Sem ofertas, Inter deve manter cinco estrangeiros.


Treinos na pré-temporada irão definir aproveitamento de
 Guiñazu, Bolatti, Dátolo, D"Alessandro e Forlán

Uma das resoluções de 2013, a redução do número de estrangeiros no grupo do Inter ainda está pendente. A negociação de dois dos cinco gringos, conforme determinação do presidente Giovanni Luigi, não aconteceu pela falta de ofertas de outros clubes. Desta forma, ao menos para o começo da temporada, a definição de quem será relacionado aos jogos será feita por Dunga após o período de treinos na serra do Rio Grande do Sul.

Guiñazu, Bolatti, Dátolo, D"Alessandro e Forlán viveram um 2012 de apreensão. Destes, apenas três podem atuar em uma mesma partida – é o limite de estrangeiros estabelecido pela CBF. Resultado: sempre dois, na maioria dos casos Bolatti e Dátolo, sobravam até do banco de reservas.

"Há uma imposição legal. É a regra do jogo. Não adianta treinar, treinar e não jogar. Os jogadores ficam frustrados. Vamos resolver isso, mas por enquanto, não há nenhuma proposta. Os cinco vão trabalhar e o Dunga vai ter de decidir quem joga e quem sobra".


ALTOS SALÁRIOS

O que dificulta a saída é o alto salário dos jogadores. Bolatti e Guinãzu despertam o interesse de Racing e Newell"s Old Boys, respectivamente.

"O Inter pratica um patamar de remuneração acima dos outros clubes brasileiros e nem se fala dos sul-americanos. Enquanto isso, temos de esperar e conviver com a situação", completou o diretor de futebol Luís Cesar Souto de Moura à Rádio Bandeirantes.

Guiñazu, D’Alessandro e Forlán terminaram a temporada como titulares com Fernandão e o interino Osmar Loss. Resta saber as escolhas de Dunga. A partir de quinta-feira, data da reapresentação e começo da preparação em Gramado e Bento Gonçalves.

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