terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Grama será inimiga do Grêmio.


Corte diferenciado no estádio Casa Blanca potencializa efeitos da altitude

Eduardo Vargas já enfrentou altitude de Quito contra LDU <br /><b>Crédito: </b> Pablo Cozzaglio / AFP / CP

Ao pisarem no estádio Casa Blanca, os jogadores do Grêmio irão se deparar com uma grama bem rala. O corte é uma maneira de a LDU potencializar os efeitos da altitude a seu favor. Se a bola já rola mais rápido em Quito, a forma como o campo é aparado aumenta ainda mais a velocidade.

Nem os atletas mais rápidos escapam. Foi assim com Edilson, na Libertadores de 2000 pelo Corinthians, recorda-se o preparador físico Antônio Mello. "Também chegamos com bastante antecedência. Fomos fazer um treino no estádio para ambientar os jogador. O Edilson, que era bem rápido, tentou um drible e não alcançou a velocidade da bola", relembra.

Ao menos agora, não há mais a outra arma que era constantemente utilizada. Até a década de 1990, era o mandante que definia o horário da partida, costumeiramente marcado para o meio-dia. "Era muito pior naquele tempo", salienta o preparador. Em 2000, foi assim. O confronto teve início às 12h30min. No entanto, de nada adiantou. O Corinthians acabou vencendo por 2 a 0.

Curiosamente, era Dida quem estava no gol há 12 anos. Amanhã, o goleiro terá que lidar com uma das armas da LDU em casa. Para aproveitar os efeitos da altitude, os equatorianos abusam dos chutes de fora da área. Alerta já repassado ao elenco gremista.

Nenhum comentário:

Postar um comentário