quinta-feira, 21 de novembro de 2013

NEGOCIAÇÃO.

Troca de chaves ainda depende de solução de pontos cegos e cadeiras inexistentes

Negociação de novo acordo entre Grêmio e OAS entra na fase final <br /><b>Crédito: </b> Lucas Uebel / Grêmio / CP

O acerto na renegociação contrato entre Grêmio e OAS foi celebrado e comemorado em uma entrevista coletiva com as autoridades de duas partes. Mas, apesar disso, o novo acordo não foi assinado. Segundo o engenheiro civil Evandro Krebs, que comandou a equipe designada pelo presidente Fábio Koff para realizar a vistoria na Arena, as negociações entraram na reta final, mas ainda há itens que precisam ser superados.
"Estamos na reta final de definição, tentando buscar um consenso que ainda restaram algumas dúvidas, mas as negociações estão bem avançadas. Mais de 90% do processo concuído e definido. Com cronogramas em execução. São situações que ainda estamos debatendo e não estão esgotadas. Não dependem apenas da relação Grêmio e construtora OAS, também há os fornecedores envolvidos", afirmou Krebs.
Dos pontos que ainda estão sob análise estão a falta de 1,4 mil cadeiras destacadas em contrato, mas que o clube gaúcho não encontrou no estádio. Além disso, existem 1,8 mil pontos em que o torcedor gremista tem dificuldades para enxergar completamente o gramado em algumas circunstâncias.
A qualidade das cadeiras também está em discussão. Alguns assentos descoloriram desde a inauguração. Pelo curto período de tempo, o Grêmio espera um posicionamento para o que aconteceu com as que tiveram este problema e o que pode acontecer com o restante.
O presidente Koff e seus técnicos e o superintendente da OAS Arenas, Carlos Eduardo Paes Barreto, estão em constante contato para tentar solucionar a situação. A troca de sede administrativa do Grêmio vai acontecer 90 dias após a assinatura do novo contrato. A implosão do estádio Olímpico e consequente construção de prédios empresariais e residenciais na área depende da solução desta situação.

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