quarta-feira, 24 de abril de 2013

DIVIDA TRICOLOR.


Grêmio quer rever valores dos primeiros meses de aluguel da Arena
O Grêmio ainda aguarda pela conclusão do trabalho de duas auditorias, uma financeira e outra contábil, que poderá sugerir alterações no contrato firmado com a OAS para a construção da Arena. Conforme o vice-presidente Adalberto Preis, o diagnóstico já foi feito, mas o trabalho ainda não está concluído.
Preis observa que tem havido boa vontade de parte da parceira em relação ao Grêmio. É isso que o leva a acreditar que não haverá contestação ao trabalho.
— O diálogo é constante e permanente. Há determinadas circunstâncias que talvez nem a parceira tenha percebido. Há certas realidades que talvez só agora seja possível apurar e compreender. O interesse do Grêmio é o da OAS. E vice-versa — afirma.
Integrante do Conselho de Administração, Preis entende que o clube e a OAS ainda precisam chegar a um acordo quanto ao valor a ser pago pela migração dos associados nos primeiros quatro meses do ano. Como o aluguel mensal é de R$ 3,41 milhões, a dívida será de R$ 13,6 milhões no final de abril.
— Fui professor de contratos numa faculdade de Direito. Esta é a especialidade do meu escritório. A Arena não prestou completamente o que deveria ter prestado ao Grêmio. Em janeiro, haveria três jogos e só foi jogado um. Em fevereiro, também. Então, eles não têm o direito de cobrar o preço integral — avalia.
— Tem que ser encontrada uma solução dentro do espírito de parceria. É preciso que as duas partes se reúnam para ver em quanto ficará — entende.

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