Inter cogita deixar Centenário e mandar jogos em Novo Hamburgo
Preocupado com as distâncias percorridas e com o desgaste dos jogadores
em razão das viagens, os dirigentes do Inter decidiram encurtar caminhos
e trocar o Centenário, em Caxias do Sul, pelo estádio do Vale, em Novo
Hamburgo. Ou seja, substituirão uma viagem de 125 quilômetros por outra
com menos de 40. A tática será inaugurada no primeiro jogo da Taça
Farroupilha com mando de campo colorado. Na quinta-feira, dia 21, os
colorados enfrentam o São Luiz, às 17h, no Vale do Sinos.
"O desgaste dos deslocamentos é muito grande. Temos de ter sensibilidade, pois, neste ano, os jogadores passaram mais tempo concentrados do que com seus familiares", salienta o diretor de futebol, Marcelo Medeiros. "Esta será uma temporada complicada. O Beira-Rio faz falta", completa.
"O desgaste dos deslocamentos é muito grande. Temos de ter sensibilidade, pois, neste ano, os jogadores passaram mais tempo concentrados do que com seus familiares", salienta o diretor de futebol, Marcelo Medeiros. "Esta será uma temporada complicada. O Beira-Rio faz falta", completa.
O principal entrave são os regulamentos das duas competições. No Brasileirão, a capacidade mínima requerida é de 15 mil. Na Copa do Brasil, há a mesma exigência, mas somente a partir da semifinal. Ou seja, nas primeiras fases do torneio, o estádio do Vale, que comporta hoje 12 mil torcedores, poderia ser usado. Para o Brasileirão, no entanto, seria preciso um aumento da capacidade das arquibancadas, mesmo que de forma emergencial.
Além da distância, outro fator que pesa na decisão do Inter é o pouco público que compareceu aos jogos no Centenário. O clube, inclusive, analisa uma diminuição no preço dos ingressos, tanto no Centenário como no Vale.
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